Informações: (XX) XXXXXX
Entrada franca
Classificação: 10 anos
MÚSICOS
Pang Wai Lun – pipa (instrumento tradicional chinês)
Pablo de León – violino
Horacio Schaefer – viola
Roberto Ring – violoncelo
Pedro Gadelha – contrabaixo
Sergio Burgani – clarinete
Fábio Cury – fagote
Luiz Garcia – trompa
Lei de Incentivo à Cultura
Patrocínio: EPTV e CPFL Energia
Produção: Stravinsky Produções Artísticas
Realização: Ministério da Cultura e GOVERNO FEDERAL
Programa
Música tradicional chinesa
Franz Schubert (1797 – 1828)
Octeto para cordas e sopros em Fá Maior, D. 803
PANG WAI LUN
Natural de Hong Kong, Pang Wai Lun é formado pela Academia de Artes Performáticas, onde estudou Pipa com Wong Chi-ching e Cheung Yim-yu, e Ruan com Lei Qun-an. Recebeu uma bolsa de estudos pela Fundação do Banco HSBC e estudou Pipa em Pequim com o Ren Hong.
Em 2013, Pang conquistou o Prêmio de Ouro no Concurso Internacional de Pipa para Jovens, organizado pelo Centro de Treinamento e Comunicação da Fundação China Soong Ching Ling.
Como solista, Pang se apresentou com várias orquestras, incluindo “Lady Hua-Mulan” em 2013 e “The Conqueror Unarms” em 2014, com a Associação de Música Chinesa Yao Yueh, “The Moon Aloft” em 2014 e “Newly Transcribed Excerpt in the Mode of Yu” em 2015, com a Orquestra Chinesa Wang Kwong.
Foi convidado em 2023 para participar dos Concertos EPTV, como parte do projeto “CPFL Intercâmbio Brasil x China”, com concertos em Campinas, Franca, São Carlos e Ribeirão Preto. Em 2026 participou da primeira turne do grupo Hong Kong Legends, em parceria com o SESC, passando por São Paulo, Sorocaba e Franca.
Em 2023 estreou no Brasil, sendo o representante da China no projeto CPFL Intercâmbio Brasil x China” dos Concertos EPTV, com concertos em Campinas, Franca, São Carlos e Ribeirão Preto. Em 2026 participou da primeira turne do grupo Hong Kong Legends, em parceria com o SESC, passando por São Paulo, Sorocaba e Franca.
Comemorando em 2026 vinte e cinco anos de atividade, este time de peso do cenário da música clássica brasileira reúne o violinista Pablo de León (spalla da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo), o violista Horacio Schaefer (chefe do naipe das violas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e o violoncelista Roberto Ring.
Juntos desde 2001, o grupo já ultrapassou a incrível marca de mais de 800 concertos realizados no Brasil. Além disso, o grupo representou o Brasil em concertos na Argentina e Chile, em concertos prestigiosos na Série Llao Llao no Alvear em Buenos Aires, no Festival Internacional de Ushuaia e na Fundação Beethoven de Santiago.
Já receberam convidados do mundo todo, entre eles os clarinetistas Antony Pay (Inglaterra), Michel Lethiec e Romain Guyot (França), Paulo Sérgio Santos (Brasil); os violinistas Ilya Gringolts (Rússia), Régis Pasquier (França), Hagai Shaham e Roy Shiloah (Israel), Isabelle van Keulen (Holanda), Cármelo de los Santos e Cláudio Cruz (Brasil), e os pianistas Roglit Ishay (Israel), Emmanuel Strosser (França), Cristian Budu (Brasil) entre outros. Juntamente com o pianista francês Emmanuel Strosser gravaram o arranjo de 1805 feito por Ferdinand Ries da Sinfonia Eroica de Beethoven.
Natural de Recife, em Pernambuco, Pedro Gadelha integra a Orquestra Sinfônica Estadual de São Paulo (OSESP) desde 2008 e atualmente é contrabaixista solista da orquestra.
Após concluir o bacharelado em música pela Universidade de São Paulo, na classe de Henrique Autran Dourado, foi agraciado com uma bolsa da Fundação Vitae, que possibilitou seu ingresso na Academia Karajan da Filarmônica de Berlim. Ali, participou de concertos e turnês da Filarmônica de Berlim e recebeu orientação de Rainer Zepperitz e Klaus Stoll, contrabaixistas solistas daquela orquestra. Frequentou também as classes desses músicos no curso de pós-graduação da Universidade das Artes de Berlim.
Atuou em diversas orquestras e grupos internacionais, como a Ópera de Frankfurt e as Sinfônicas de Colônia, Frankfurt, Stuttgart, Berlim, Madri e Galícia, entre outras. Também se apresenta ao lado de músicos populares, como Arrigo Barnabé, Daniel Murray e Neymar Dias.
Professor na Academia de Música da Osesp e na EMESP Tom Jobim, tem sido frequentemente convidado para lecionar em festivais e instituições de ensino no Brasil e no exterior, como o Ilumina Festival, o Festival de Campos do Jordão, o Conservatório Superior de Paris, a University of Georgia, a Joven Orquesta Nacional de España, a Cátedra Nacional de Contrabajo (Chile), entre outras.
Natural de São Bernardo do Campo, Sergio iniciou seus estudos na Banda Municipal Infanto‑Juvenil Rudge Ramos e, mais tarde, na Escola Municipal de Música de São Paulo tendo aulas com o prof. Rafael Gallardo Caro e posteriormente com José Maximo Sanches Ribeiro. Aperfeiçoou‑se com Guy Deplus no Festival de Annecy (França) e com Francesco Belli no Festival de Verão de Anzio (Itália), como prêmio do Concurso Jovens Solistas EPTV de Poços de Caldas(1990). Bacharel em música pela Faculdade de Música Carlos Gomes (São Paulo), concluiu o mestrado em música pela Universidade Federal da Bahia, onde, pesquisou o uso de uma madeira brasileira, a aroeira-do-sertão, na construção de clarinetas.
Integra o grupo de clarinetistas Sujeito a Guincho, vencedor do prêmios Eldorado de Música (1995) e Sharp (1996). Integra ainda o Percorso Ensemble, conjunto voltado para o repertório de concerto dos séculos XX e XXI e o quinteto de madeiras Camargo Guarnieri com integrantes da OSESP. Além das gravações com esses grupos, realizou também registros com o Quarteto de cordas de Brasília, e com a pianista Maria José Carrasqueira, entre outros.Mantém intensa e regular atividade camerística, atuando com diferentes conjuntos e formações de música de câmara. Foi clarinetista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e da Orquestra Brasil Jazz Sinfônica. Desde 1987 integra a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
Professor do Instituto de Artes da UNESP e da Academia de Música da Osesp. É também praticante de tai chi chuan e tênis de mesa, e se dedica ao estudo da arte do bonsai.
Fagote
Professor do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) desde 2002, foi diretor da Orquestra Sinfônica da USP de 2018 a 2022.
Após concluir sua graduação na UNICAMP, integrou a classe do Prof. Klaus Thunemann na Hochschule für Musik, Theater und Medien de Hannover como bolsista do Serviço de Intercâmbio Acadêmico Alemão. De volta ao Brasil, recebeu o título de Mestre em Artes pela UNICAMP e os de Doutor em Música e Livre Docente pela USP.
Como fagotista solista, integrou as mais importantes orquestras brasileiras, tais como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Versátil solista e camerista, seu trabalho tem colaborado para revelar facetas pouco conhecidas do fagote. Foi membro fundador da Camerata Aberta, grupo totalmente dedicado ao repertório contemporâneo com o qual foi premiado pela APCA e pela Revista Bravo.
Seus esforços em prol da música brasileira encontraram reconhecimento com o prêmio de Melhor Álbum de Música Erudita conferido pela APCA, em 2010, ao CD “Novas e Velhas Cirandas: Música Brasileira para Fagote e Orquestra”.
Atuou como intérprete e professor na Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá, Guatemala, Estados Unidos, Canadá, Bélgica, Eslovênia, Inglaterra, França, Alemanha, Suíça, Dinamarca, Suécia, Portugal, Espanha, China e Japão.
TROMPA
Trompista solista da Staatskapelle de Berlim a convite de Daniel Barenboim para a temporada 2008-2009, iniciou seus estudos no Conservatório de Tatuí.
Frequentou a Juilliard School de Nova York e o New England Conservatory de Boston, na classe de Charles Kavalovski. Integrou o renomado Empire Brass de 1995 a 1997, gravando com exclusividade pelo selo Telarc, e de 2002 a 2006, atuou como artista convidado do German Brass. Participou por diversas ocasiões como primeira trompa solista convidado em apresentações, gravações e turnês da Filarmônica de Berlim, Bayerischer Rundfunk Symphonieorchester, Orchestre de la Suisse Romande, WDR de Colônia, RSO de Frankfurt, Tonhalle de Zurique, Mahler Chamber Orchestra, dentre outras com os mais renomados regentes. Foi primeira trompa solista da Osesp de 1997 a 2001.
Foi professor efetivo de trompa da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e integrou a Orquestra Sinfônica Brasileira como primeira trompa solista. Atualmente está nesta posição com a Orquestra Sinfônica Estadual de São Paulo – OSESP. Obteve premiações em diversas competições tais como o Concurso Sul América (1988), o Prêmio Eldorado (1989) e o 1º lugar no Tilden Prize de Nova York (1993).